Conselho Tutelar: população vai às urnas para escolher representantes

Ontem, 06, o eleitor de Pedras de Fogo foi às urnas para escolher os cinco Conselheiros Tutelares de município. O processo de votação ocorreu de maneira tranquila, seguindo os parâmetros da democracia e definiu quem irá zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente.

Dezenove candidatos concorreram a uma vaga no Conselho Tutelar, sendo que uma candidata desistiu. O resultado do processo de votação culminou com 3.384 votos válidos, 92 votos brancos e 25 votos nulos.

Os 18 candidatos e suas respectivas votações são os seguintes:

01 – Beto: 217
02 – Juserly: 119
03 – Tânia: 336
04 – Josélia: 220
05 – Roberta: 477
06 – Ester: 174
07 – Laudicea: 164
08 – Fátima: 250
09 – Eduardo: 136
10 – Cristiane: 83
11 – Tia Maria: 96
12 – Cláudia: 52
13 – Dayane: 154
14- Marcelo: 48
15 – Lucian: 579
16 – Kely: 16
17 – Julhinho: 207
18 – Gil: 59
19 – Luciene: DESISTENTE.

Os eleitos e seus respectivos suplentes forma:

1º Lucian
2º Roberta
3º Tânia
4º Fátima
5º Josélia

1º Beto
2º Julhinho
3º Ester
4º Laudicea
5º Dayane

O município contou com seis seções eleitorais e a votação aconteceu das 8 às 17 horas. O processo de apuração dos votos foi integralmente transmitido pela página do Facebook da Prefeitura de Pedras de Fogo e acompanhado pelos candidatos, uma demonstração de transparência. A apuração foi conduzida pelo Promotor de Justiça de Pedras de Fogo, Dr. Marinho Mendes.

De acordo com o Jusbrasil, O Conselho Tutelar é órgão previsto no art. 131 da Lei nº. 8.069 , de 13 de julho de 1990 (ECA), que o instituiu como “órgão autônomo, não-jurisdicional, encarregado de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente.

O órgão tem como finalidade zelar para que as crianças e os adolescentes tenham acesso efetivo aos seus direitos, ou seja, sua finalidade é zelar, é ter um encargo social para fiscalizar se a família, a comunidade, a sociedade em geral e o Poder Público estão assegurando com absoluta prioridade a efetivação dos direitos das crianças e dos adolescentes, cobrando de todos esses que cumpram com o Estatuto e com a Constituição Federal .



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